O mercadodoLusitano.

Fundada em 1817 na Quinta da Broa, Azinhaga do Ribatejo, por Rafael José da Cunha, o 'Príncipe dos Lavradores Portugueses'. Continuada pelo Eng.º Manuel Tavares Veiga (marca MV), que fixou na raça as características do antigo ginete lusitano através de selecção e cruzamentos consanguíneos. O cruzamento do garanhão Firme (Andrade) com éguas Veiga produziu Novilheiro, Nilo, Neptuno e Opus 72 — a geração de ouro do Lusitano moderno.

Fotografia 1 de 6
A Coudelaria Veiga, com sede na Quinta da Broa, Azinhaga do Ribatejo, foi fundada em 1817 por Rafael José da Cunha, o denominado Príncipe dos Lavradores Portugueses. De entre os reprodutores contam-se dois garanhões de sangue Alter, oferecidos por D. Fernando II e pelo seu filho D. Pedro V quando visitaram a Quinta da Broa.
Por herança familiar, a coudelaria veio a ser herdada pelo Eng.º Manuel Tavares Veiga, sobrinho-bisneto de Rafael José da Cunha. O trabalho que desenvolveu foi notável, sendo justamente considerado o iniciador do novo ciclo do ginete lusitano em Portugal. Seleccionou animais cujas características morfológicas e anímicas melhor correspondiam à funcionalidade guerreira exigida aos cavalos de toureio, usando cruzamentos consanguíneos para fixar as características da raça.
Entre os cavalos mais importantes na fixação das características da coudelaria destacam-se Lidador, Agareno, Berber e Sultão. Agareno (nascido em 1931) tornou-se um dos seis Chefes de Linhagem oficiais do PSL.
Após a morte do Eng.º Manuel Tavares Veiga, os seus netos Manuel e Carlos Tavares Veiga e o seu bisneto Manuel de Castro Tavares Veiga mantiveram a coudelaria com a qualidade inicial, continuando o trabalho de selecção das éguas com base no modelo, na genealogia e na qualidade dos produtos.
Partilhe a sua experiência
Quinta da Broa, Azinhaga, Ribatejo
Complete a ficha com contactos, fotografias e serviços.
Completar fichaDistâncias em linha recta, a partir das coordenadas de cada uma.
Coudelaria Manuel Veiga
Quinta da Broa, Azinhaga, Ribatejo