O mercadodoLusitano.

Coudelaria histórica do Ribatejo com origens no séc. XVIII, ligada à Casa Palmela e aos Duques de Palmela desde 1848. Propriedade com 660 hectares em Alpiarça. Linhagens da Coudelaria Nacional, Veiga e Andrade, com foco actual em Ensino/Dressage.

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A Quinta da Lagoalva de Cima estende-se pela margem sul do rio Tejo, a cerca de 2 km de Alpiarça e 11 de Santarém. A sua história remonta ao séc. XII — em 1193, o rei D. Sancho I doou territórios nesta região à Ordem de Santiago de Espada, que os manteve durante seis séculos. Em 1834, foi comprada por Henrique Teixeira de Sampayo, 1.º Conde da Póvoa. Em 1846, D. Maria Luísa Noronha de Sampayo casou com o 2.º Duque de Palmela, revertendo os bens para a Casa Palmela até à actualidade. A coudelaria teve origens no final do séc. XVIII na Herdade da Apostiça (Sesimbra) e foi transferida em 1848 para a Quinta da Lagoalva. O 4.º Duque e Marquês do Faial juntou à éguada 24 éguas da coudelaria do Duque de Toledo (Rei Afonso XIII de Espanha). Sucederam-lhe a Marquesa de Tancos e depois Isabel Juliana de Sousa e Holstein Beck Campilho, filha do 5.º Duque. As éguas foram beneficiadas por garanhões da Coudelaria Nacional, e mais tarde por reprodutores das coudelarias Veiga e Andrade. Actualmente utiliza-se sémen de animais em competição na disciplina de Ensino. A propriedade tem 660 hectares e pertence ao Grupo Lagoalva, detido pela família Holstein Campilho, com áreas de vinhos, azeite, enoturismo, agricultura e coudelaria.
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Quinta da Lagoalva de Cima, 2090-222 Alpiarça, Ribatejo
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Quinta da Lagoalva de Cima
Quinta da Lagoalva de Cima, 2090-222 Alpiarça, Ribatejo